PSOL lança o sindicalista Helton Monteiro como pré-candidato ao governo de Sergipe
- André Carvalho

- há 1 dia
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Na última terça-feira, 7, o PSOL definiu em plenária o nome do sindicalista Helton Monteiro como pré-candidato ao governo de Sergipe. Durante o evento, os membros do partido destacaram a importância da reeleição do presidente Lula (PT) e de defender um governo de Sergipe verdadeiramente alinhado às pautas populares.
Como antecipado pelo Sergipense, Helton Monteiro, presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe, foi confirmado como a aposta do PSOL para a disputa ao governo do estado de Sergipe. Filiado ao PT na década de 1990, Helton aderiu ao Partido Socialismo e Liberdade em 2022. Recentemente, ganhou destaque na imprensa sergipana pelas denúncias sobre a entrada de Organizações Sociais no SUS e o sucateamento do sistema.
Em discurso, Emerson Ferreira, um dos nomes cotados pela militância para a disputa ao governo, reforçou o nome de Helton e pontuou que seu ingresso no PSOL se deu com o objetivo de construção partidária, e não de candidatura. Ainda assim, por seu histórico político e desempenhos eleitorais no estado, Niully Campos destacou que o partido tem interesse em uma possível candidatura de Emerson, tema que deverá ser debatido posteriormente.
Festejada pela militância psolista por sua atuação em campanhas, Niully também dividiu com o partido a possibilidade de não disputar mandato nesta eleição por questões pessoais. Caso seja candidata, o PSOL poderá apresentar uma chapa para a Assembleia Legislativa com três mulheres em destaque: Niully, Linda Brasil e Sônia Meire — algo relevante em um estado marcado pela predominância masculina na política.
É positivo para a democracia que o campo de esquerda esteja representado na disputa ao governo de Sergipe, defendendo um Estado bom para todos. Por outro lado, partidos como PT, PCdoB, PV, PSB e PDT devem optar por integrar o projeto de reeleição de Fábio Mitidieri (PSD), ao lado de nomes como Laércio Oliveira (PP), André Moura (União), Alessandro Vieira (MDB) e Capitão Samuel (União). Diante disso, a expectativa manifestada por setores do PSOL é de que parte da militância desses partidos siga o projeto do PSOL.




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