Fala de Lula sobre políticos do Rio expõe contradição em alianças políticas em Sergipe
- André Carvalho

- há 2 horas
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Durante discurso recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que, “se dependesse da Alerj”, o Rio de Janeiro seria comandado por um miliciano. A declaração foi acompanhada de críticas aos últimos governos fluminenses e ao cenário político do estado, marcado por investigações, prisões e denúncias envolvendo figuras públicas.
A fala, no entanto, reacendeu debates em Sergipe sobre as alianças políticas construídas pelo grupo de Lula no estado. Isso porque o presidente divide espaço político com André Moura, apontado como um dos nomes mais influentes dos últimos grupos políticos que comandaram o Rio de Janeiro.
André Moura também manteve proximidade política com o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, preso em investigações relacionadas a supostos crimes de corrupção e ligações com esquemas criminosos no estado do Rio. Atualmente, André Moura integra o mesmo palanque político do governador Fábio Mitidieri e aparece ao lado de nomes como o senador Rogério Carvalho e do próprio Lula.
É importante salientar que as alianças de Moura não o tornam parte dos crimes dos seus aliados, a crítica se dá somente pela contradição política de, no Rio rechaçar um grupo político e, em Sergipe, participar do palanque que pretende colocar um representante daquele estilo político no Senado.
Matéria derivada da produção audiovisual do Sergipense




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