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Lideranças partidárias excluem mulhes das chapas majoritárias em Sergipe

  • Foto do escritor: André Carvalho
    André Carvalho
  • há 5 dias
  • 1 min de leitura
Foto: Alejandro Zambrana
Foto: Alejandro Zambrana

Em Sergipe, o espaço da mulher na política não é prioridade das lideranças. E isso não é coisa de esquerda ou direita, mas de toda a política sergipana! 

Até o momento, só uma mulher foi fortemente cotada para a disputa majoritária no estado. Fora Priscilla Felizola, cotada  a vice de Valmir, não vi nome de outras mulheres sendo levantados para disputa ao governo, à vice-governadoria ou ao Senado. Isso é lamentável, demonstra que a mulher importa no discurso, mas, na prática política, não. 


Nas chapas ao legislativos temos uma maior presença de mulheres, mas ainda muito aquém. Há casos como o do PSOL, no qual as duas principais candidatas à Alese são mulheres, mas, geralmente, as chapas dão prioridade aos homens. E o mais lamentável é que isso acontece num momento em que debatemos o aumento da violência contra as mulheres.


Em 2022, tivemos uma representatividade feminina maior. E reforço que essa representação não é, necessariamente, de mulheres com as quais concordo ideologicamente. Que tenhamos mulheres até para discordar. No pleito estadual anterior, tivemos uma candidata ao governo, que foi a Niully, tivemos quatro candidatas à vice-governadora, como Emília Corrêa, e uma candidata ao senado que liderou pesquisas durante toda a corrida, que foi a Danielle Garcia. Então, creio que regredimos. Nessa eleição, inclusive, temos o dobro de vagas ao Senado, e, mesmo assim, até o momento, não temos mulheres como pré-candidatas ao Senado.

Matéria derivada da produção audiovisual do Sergipense


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