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Grande parte da esquerda sergipana silencia diante da luta dos professores

  • Foto do escritor: André Carvalho
    André Carvalho
  • 16 de mar.
  • 2 min de leitura
Foto: Sintese
Foto: Sintese

Os professores não estão recebendo apoio de grande parte da esquerda sergipana. Nomes de partidos como PDT, PSB, Rede, PV e até do PT, mesmo sendo o partido da principal liderança do magistério sergipano, estão em silêncio sobre a luta das professoras. Segundo fontes, há até incômodo desses políticos com o movimento paradista do sindicato.

Nas redes sociais de Edvaldo Nogueira (PDT), Rogério Carvalho (PT), Elber Batalha (PSB), Breno Garibaldi (REDE), Eliane Aquino (PT), Márcio Macêdo (PT), João Daniel (PT), Paulo Júnior (PV), Ibrain Monteiro (PV), Chico dos Correios (PT) a regra é o silêncio sobre a luta do magistério. Apesar de ser uma luta justa, talvez o silêncio se dê porque seja mais valioso, para esses quadros, agradar o governador Fábio Mitidieri e garantir espaço no grupo governista do que apoiar os professores.


Eu entrei em contato com todos esses nomes citados — com exceção dos deputados estaduais —, porém, só João Daniel e Breno Garibaldi responderam. João afirmou apoiar os professores e que pede pelo diálogo do governador com a classe. Breno pontuou que sua atuação se dá no âmbito municipal, mas que torce pelo diálogo e que a defesa do magistério faz parte de seus valores.


Já os nomes do PSOL têm dado apoio ao movimento grevista, Niully Campos, Linda Brasil, Iran Barbosa, Sônia Meire demonstram apoio. No PT, a corrente Articulação de Esquerda, liderada por Ana Lúcia, apoia a greve e o presidente do PT de Aracaju, Camilo Daniel, também demonstrou apoio.


É por essa e várias outras que pode custar caro para a esquerda deixar de fazer sua unidade em torno de um palanque do campo e subir no de Fábio Mitidieri.

Matéria derivada da produção audiovisual do Sergipense


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